Pesquisar este blog

celebração de benção da Mansão Maria Máxima Boavida e do Panteão Dalila Adelaide Fonseca


O PADRE DOS PADRES... ESTEVE EM BENGUELA!

COM DEUS SEMPRE PRESENTE 


Francisco Alberto N’Tanda, Padre do Coração Imaculado de Maria, no Kikudu, Soyo – deslocou-se propositadamente, no dia 06 de Outubro de 2016, a Benguela das Acácias Rubras, Cidade mãe das Cidades, para realizar a celebração de benção da Mansão Maria Máxima Boavida e do Panteão Dalila Adelaide Fonseca.


Porém, no dia seguinte, 07 de Outubro do corrente ano, na Mansão Maria Máxima Boavida, comemorou, sob o olhar silencioso de Deus e na presença de familiares e amigos (padres e madres católicos) o seu 50º aniversário.

No dia seguinte, 09 de Outubro, regressou ao seu habitat com o apoio substancial da Exma. Srª Maria João, administradora do município da Baía-Farta – Benguela.



C.I.C – Central de Informação Cultural

Rasgado’s Jazz Club / Nassirya 

morte de oito espectadores por asfixia e mais de centenas de feridos, na sua maioria jovens, no concerto musical realizado no campo de futebol do Nacional de Benguela, no dia 15 de Outubro de 2016

UM CONCERTO MUSICAL COM FINAL INFELIZ


Benguela é um mercado difícil, que se conquista estando presente.

A morte de oito espectadores por asfixia e mais de centenas de feridos, na sua maioria jovens, no concerto musical realizado no campo de futebol do Nacional de Benguela, no dia 15 de Outubro de 2016, uma produção da Afro Music Chanel / Ls Republicano, com  a direcção de Nino Republicano, chocou Benguela e o mundo.

Benguela não esperava que esse concerto musical com dezenas de músicos viesse a ter consequências tão trágicas. O que faltou para tudo não dar certo? O que não faltou, foram polícias, polícias de emergência, e militares.
Faltou sim… organização, medidas de segurança, respeito pelo perímetro de segurança e muito mais zonas de “escoamento”. Eram muito mais de 10.000 espectadores que, no final do espectáculo, tiveram de enfrentar uma única saída. Porém bastou apenas um alarme falso para tudo se desmoronar, a confusão instalar-se e os mais frágeis atropelados e asfixiados.


“A sociedade de Benguela acusa a organização do evento de “negligência grave” (punível com pena de suspensão e pagamento de indemnizações as famílias lesadas), por também não ter estudado a geografia do local escolhido para o evento musical, neste caso o Nacional de Benguela”.

Esta teria sido a decisão acertada, uma vez que o campo do Nacional não dispunha, então de escapatórias suficientes para a quantidade de espectadores previstos. A gravidade da situação fez com que a sociedade benguelense remetesse (via protestos) o processo para o Ministério Público, para apuramento de eventuais responsabilidades criminais.


C.I.C – Central de Informação Cultural
Rasgado’s Jazz Club / Nassirya


Francisco Rasgado é, mais uma vez, identificado no processo de acusação particular e pedido de indemnização civil, levado a cabo, desta feita, pelo Sr. Manuel António Monteiro.


FRANCISCO RASGADO DE VOLTA AOS TRIBUNAIS


Francisco Rasgado, jornalista do jornal ChelaPress vai, mais uma vez, à Tribunal, no dia 24 de Outubro de 2016.

Na Tarde de 06 de Outubro de 2016, um dia antes da realização do Rock no Rio, na margem do rio Catumbela, Francisco Rasgado, jornalista do jornal ChelaPress foi intimado, por um suposto oficial de diligências, a comparecer no dia 10 de Outubro de 2016, na sala dos crimes comuns do Tribunal de Benguela.

Francisco Rasgado é, mais uma vez, identificado no processo de acusação particular e pedido de indemnização civil, levado a cabo, desta feita, pelo Sr. Manuel António Monteiro.

A lei é clara, Francisco Rasgado, só pode comparecer em juízo num prazo nunca inferior a cinco dias antes da audiência (ver a data da intimação).
Continuam a construir covas com ele vivo. Vão ter que o engolir durante muito tempo. Ainda vão ter “Hosana” a este jornalista.

A nova data para julgamento teve que ser marcada para o dia 24 de Outubro de 2016.     


Jornal ChelaPress