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administradora partilhou com os munícipes as debilidades do município, que vão desde a falta de qualidade em termos de quadros até as condições materiais

TODOS PELA MARIA JOÃOCERCO TOTAL A VOLTA DE GUILHERMINA MANSO


Os últimos dias têm sido marcados por uma onda de solidariedade em relação à Maria João, Administradora Municipal da Baía-Farta.

Desde que, na semana passada, a administradora manifestou o seu descontentamento em relação a Srª Guilhermina Manso, pelo facto de a mesma estar a desacatar deliberadamente e com maldade as determinações judiciais e administrativas ao ponto de peremptóriamente recusar-se a comparecer, por duas vezes, as convocatórias da administração municipal. 



A administradora partilhou com os munícipes as debilidades do município, que vão desde a falta de qualidade em termos de quadros até as condições materiais. Os munícipes estão dispostos e têm unido esforços para ajudar, com pequenas acções, sobretudo através do facebook, onde foram criados vários grupos de amizades.

Conte com a energia da Baía-Farta!

Francisco Rasgado / Chico Babalada
Jornal ChelaPress

  





sentenças e interferências deixam a população, a Administração Municipal da Baía-Farta, juízes e procuradores “estupefactos”



COMO O ACTUAL JUIZ DA BAÍA-FARTA LIDA COM AS LEIS



A indiferença e o desafio permanente a justiça e aos poderes institucionalizados por parte da Srª Guilhermina Manso requerida no processo nº 07/2016, foi definitivamente, um dos principais assuntos da semana no mundo da justiça.

As suas sentenças e interferências deixam a população, a Administração Municipal da Baía-Farta, juízes e procuradores “estupefactos” e a magistratura impotente - como Maria João, administradora da Baía-Farta vai fazer agora.


A expressão “ditadura judicial” surgiu para ilustrar a reacção de Maria João aos desrespeito, incongruências e incumprimentos do juiz António Filipe Sebastião.

Para a Administração Municipal da Baía-Farta, há da parte do juiz António Filipe Sebastião, uma atitude deliberada de criar dificuldades e obstruir o funcionamento legal do Município, ou seja, interferir naquilo que são as suas competências. Consultado, o Governo Provincial de Benguela, a Administração da Baía-Farta, impõe-se como uma força de contenção contra os demónios da arrogância e do autoritarismo, que estão a marcar o exercício do juiz António Filipe Sebastião e de Guilhermina Manso.



Tomou de assalto a zona de servidão pública, na Baía-Azul, impedindo o acesso aos demais utentes de moradias. Um processo em tribunal que envolve Álvaro Moura e Guilhermina Manso. O processo subiu ao Tribunal Supremo, por incompetência e conivência do juiz António Filipe Sebastião. Mesmo assim, o tribunal determinou que enquanto decorressem as suas tramitações, as duas partes em contenda, suspendessem as suas respectivas obras. Num acto de afronta e desacato puro, a Srª Guilhermina Manso, sem licença da Administração Municipal da Baía-Farta, na calada da noite e nos fins-de-semana, ilegalmente, tem vindo a fazer as suas obras. 

Francisco Rasgado / Chico Babalada
Jornal ChelaPress


Acabamos de Assistir com satisfação e alegria total a 4º edição do Rock no Rio, uma mega produção com a chancela da Cuca-Soba Catumbela

A FORÇA DA CUCA

E O SUCESSO DO ROCK NO RIO
 

Acabamos de Assistir com satisfação e alegria total a 4º edição do Rock no Rio, uma mega produção com a chancela da Cuca-Soba Catumbela, que tem sempre lugar em Outubro, mês das festividades alusivas a fundação do município da Catumbela. Foram dois dias, 7 e 8 de Outubro, de muita adrenalina, ingredientes como requinte de luxo, marcaram a emblemática festa que decorreu na marginal da Catumbela, província de Benguela. A Cuca para todos e com todos, desta vez, trouxe à Catumbela para além dos habituais roqueiros (Afro Som Star, Irina Vasconcelos, Jack Canga e as meninas namibianas de Jorge Arrulo), outros mais grupos de Rock, assim como, o mais conhecido e excelente cantor de semba, Paulo Flores. Ainda integrado no Rock no Rio, num palco especial o concerto de Jazz, que também foi utilizado dia antes pela discoteca Tchirinawa em grande estilo. 


O Rasgado’s Jazz Club promotor do evento do Jazz concorreu com a banda Nove Vozes, uma composição de música pop recém-criada pelo António Sobrinho do Lobito (uma mais valia), o Duo Lázaro & Kátia, Dodó Miranda, o rei do gospel, acompanhado pela Banda F.M. da Rádio Benguela, Dalú Roger & Sanguito em revolução e Tony Jackson, de volta aos palcos, igual ao vinho do porto, quanto mais velho melhor.

Paulo Flores, o novo embaixador da marca (cabeça de cartaz) no festival, foi a coqueluche da Cuca.

Foram três palcos, sendo um de Rock, outro Mundo e o último de Jazz.
Cerca de 5000 pessoas, dos mais variados quadrantes da sociedade angolana e particularmente da província de Benguela acederam ao convite com tudo, sobretudo, estomago para muita cerveja a custo zero.

Foi autêntico rodopio de gente, a circular, a dançar, a entrar e sair até o sol raiar. Ninguém quis arredar o pé da margem do rio Catumbela, pois, todos os caminhos, no fim de semana, passado, foram lá ter.

Segundo a organização liderada pelo Jorge Arrulo, director regional da Cuca – Soba Catumbela a escolha da Catumbela, 4º edição, deveu-se ao facto de a fábrica da Cuca estar localizada na Catumbela e ser a água do rio Catumbela a base da produção da Cuca, tornando-a obviamente muito mais qualificada, saborosa e diferente das outras.

O município da Catumbela, tem características que privilegiam os ambientes festivos da marca, marcados pelo luxo e glamour. Apenas um senão: ainda não é aconselhável tomar banho, nadar no Rio Catumbela, durante os festivais, por causa dos jacarés que ainda não foram domesticados pela Cuca.

A Cuca, a cerveja Cuca encarregar-se-á de amansa-los.  Concerteza!     


C.I.C – Central de Informação Cultural

Rasgado’s Jazz Club / Nassirya