Pesquisar este blog

O que será de Mariano Costa, amanhã, reformado com o salário que lhe está reservado? Por favor… Sejam razoáveis.

A INJUSTIÇA DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DE BENGUELA

O ADMINISTRADOR DO CHAMUME 20 ANOS NÃO LEGALIZADO


O Chamume é ou não é comuna? O que se sabe, o município da Baía-Farta, só tem três comunas: Dombe-Grande, Equimina e Kalohanga.  Mariano Frederico da Costa tem andado equivocado.

Mariano Frederico da Costa, natural de Benguela, 65 anos de idade, 22 filhos, exerce o cargo de administrador do Chamume, capital do sal, desde 1999, sem nunca ter sido oficialmente nomeado, por conseguinte, auferindo, um salário de 35.000,00 (Trinta e Cinco Mil Kwanzas).

O que será de Mariano Costa, amanhã, reformado com o salário que lhe está reservado? Por favor… Sejam razoáveis.

Mariano Costa, indicado para administrador do Chamume, por documento escrito, pelo Sr. Manuel António Tchimbili, administrador do município da Baía-Farta, actualmente advogado no Lobito e reconfirmado pelo Sr. António Lourenço, destacado hoje, na Direcção do Instituto de Habitação de Benguela.

Passaram por ele António Bettencourt e Maria João e nada aconteceu ou nada continua a ser feito no sentido de inverter o seu quadro ou posiciona-lo.

Um bom administrador é sempre um bom administrador. Mariano Costa, também conhecido por Dr. Não se Massa, “cada um com o seu jeitinho” é detentor do local mais visitado do município da Baía-Farta, província de Benguela, pela sua geografia e potencialidades económicas e turísticas.

A versatilidade, sofisticação, força e luxo aliam-se ao projecto Cidade do Sal, para responder a índoles exigentes no mundo turístico. Assim surge a marca Benguela Costa Nova. Despretensiosa mas arrojada, Benguela Costa Nova é polivalente e totalmente personalizável. Pensada e localizada no Chamume, cujo fiel depositário é o Mariano Costa, homem de consenso e sempre disposto, amigo e trabalhador.


Francisco Rasgado / Chico Babalada
Jornal ChelaPress 



Manuel Monteiro, o rei da banana quer de Francisco Rasgado (a sua marca) Akz 5.000.000,00 (cinco milhões de kwanzas) de indemnização

PERSEGUIÇÃO IMPLACÁVEL AO JORNALISTA DO CHELAPRESS

FRANCISCO RASGADO VERSUS NELITO MONTEIRO



O julgamento de Francisco Rasgado, director do Jornal ChelaPress, previsto para o dia 24 de Outubro de 2016, foi adiado a pedido do advogado de defesa, que solicitou o processo a confiança para melhor preparação.

Manuel Monteiro, o rei da banana quer de Francisco Rasgado (a sua marca) Akz 5.000.000,00 (cinco milhões de kwanzas) de indemnização, tal qual pedido, no processo do jornalista Zé Manel.

No entanto, importa salientar, que está em curso outro julgamento, ainda sem data, desta feita, movido pelo Francisco Umbelino Vicente, o açambarcador de imóvel pertencente a Rosário de Fátima Vaz Soares Borrego.

Francisco Umbelino Vicente quer Indemnização avultada (ridícula) por ter perdido a sua grande e única fonte de rendimento e consequentemente a esposa.   


Jornal ChelaPress 

No calor violento de todo este processo incompreendido, Benguela ficou completamente descaracterizada.

UMA GRANDE FAMÍLIA DE BENGUELA EM VIA DE EXTINÇÃO

FASTUDO ROSA

               
Benguela, já tinha tentado fazer este artigo antes. Hoje o jornal ChelaPress, na sua versão electrônica, com base em algumas informações disponíveis, relembra o percurso tortuoso de uma das famílias mais tradicionais da cidade de Benguela. Trata-se da família Fastudo Rosa, cujo patriarca é o Luís Fastudo Augusto Rosa, natural do Kwanza Sul. Tudo nela aconteceu muito cedo. Uma família sem esperanças à semelhança de muitas famílias benguelenses, “cilindradas” pelos caminhos e descaminhos da revolução, marcada pelo 25 de Abril de 1974. Choque, revolta, ignorância política e humana, ingenuidade, falta de informação humana e política, prepotência, impotência… A intenção de ser e fazer o melhor que animava todos, caiu que nem um banho de água fria.



Há exactamente 39 anos, teve epicentro em Luanda, mas chegou a Benguela com grande violência.

Benguela ficou vazia, a sua gente foi obrigada a fugir e muitos a emigrarem para outras latitudes.

No calor violento de todo este processo incompreendido, Benguela ficou completamente descaracterizada.

A honorabilidade e bom-nome foram afectadas pelas mortes inconcebíveis e notícias inverídicas e erróneas, propaladas por quem tomou o direito de Estado. No entanto, fala-se pouco destes tempos. Devastou famílias e destruíram-se valores morais e materiais.

A família Fastudo Rosa e outras mais, directa ou indirectamente, por razões diversas: sociais, políticas e de guerra “sem quartel” foram atiradas para “o escanteio”´. Onde andarão? Domingos Tavares Fastudo Rosa, Maria Feliciana Fastudo Rosa, Victória Fastudo Rosa Dinau Henrique, António Fastudo Rosa (Zito) – morto (O furriel de N’dalatando, 1º Comandante da O.D.P – Organização de Defesa Popular de Benguela), Luís Fastudo Rosa Júnior (Lulú) – falecido, Alfredo Fastudo Rosa (Dino) – morto, Domingos Fastudo Rosa (Tinke) – falecido, Andreza Fastudo Rosa Costa, Maria Teresa Fastudo Rosa. Eram tantos, tinham espaço e gozavam de credibilidade e admiração. Hoje os que sobraram estão dispersos, mas resistentes. Até a residência de família, no bairro da fronteira… provavelmente já não existirá!

Francisco Rasgado / Chico Babalada
Jornal ChelaPress






ANIVERSÁRIO DE WALTER FASTUDO (DIDI) COM POMPAS E CIRCUNSTÂNCIAS



Walter Fastudo, também conhecido por Didi Fastudo”, filho de Domingos Tavares Fastudo Augusto Rosa e de Rosa Maria de Campos Ferreira Fastudo, comemorou na sua vivenda, no dia 01 de Outubro de 2016, o seu 40º aniversário, com um jantar a preceito e inesquecível.

Walter Fastudo, pertencente a 2ª geração da família Fastudo Rosa tem vindo, sobremaneira, a ganhar muita visibilidade com a sua forma de ser e estar neste mundo que se apresenta espinhoso.



 No seu aniversário só estiveram presentes, os que fizeram falta.
Parabéns, amigo Walter Fastudo, a continuidade da família devastada.

C.I.C – Central de Informação Cultural
Rasgado’s Jazz Club / Nassirya