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Julgamento de Francisco Rasgado, foi mais uma vez, adiado sem data.




JULGAMENTO DE FRANCISCO RASGADO ADIADO

O Julgamento de Francisco Rasgado, director do Jornal ChelaPress, previsto para o dia 14 de Novembro de 2016, foi mais uma vez, adiado sem data.

Processo judicial intentado pelo novo membro do Comité Central do M.P.L.A. sem mérito, Nelito Monteiro, também conhecido como o homem dos cinco milhões de kwanzas (valor solicitado nos processos judiciais contra os jornalistas de Benguela).

Jornal ChelaPress 

Rasgado’s Jazz Club, o Bar Esplanada Jornalista “João Serra” completou, no dia 01 de Novembro de 2016

RASGADO’S JAZZ CLUB NA BAÍA-AZUL

O ESPAÇO É LINDO E TEM ALMA


Com direito a “tapete vermelho e a muitos flashes”, a principal proprietária da NassiryaEmpresa de Gestão e Prestação de Serviços viveu, no sábado, dia 05 de Novembro de 2016, no Bar Esplanada Jornalista “João Serra” uma tarde de glamour na companhia dos seus colaboradores e coincidentemente, da comunidade cubana que tomou, horas antes, de assalto o espaço para mais um acto cultural comemorativo. O espaço é lindo e tem alma.

Integrado no Rasgado’s Jazz Club, o Bar Esplanada Jornalista “João Serra” completou, no dia 01 de Novembro de 2016, (01) um ano de existência. Depois de muitos meses de persistência, contra a vontade de Francisco Rasgado, proprietário da Mansão Maria Máxima Boavida (que pretendia só abrir as portas do Rasgado’s Jazz Club ao público depois de todas as obras concluídas), no dia 01 de Novembro de 2015, às 17 horas, nasceu o Bar Esplanada jornalista “João Serra” e a sua envolvente, a galeria de figuras do jazz a céu aberto.

Foi no calor da luta entre o sim e o não que Rosário de Fátima Vaz Soares Borrego Zady” fez nascer o Bar Esplanada Jornalista “João Serra”, que tem vindo a impulsionar a viabilidade do Rasgado’s Jazz Club.

Um total de 60 clientes e amantes do Jazz fez a festa comemorativa do primeiro ano do Bar Esplanada Jornalista “João Serra”. Nada de buffet ou shows musicais e pirotécnicos.

Parabéns em dose dupla para Rosário de Fátima Vaz Soares Borrego Zady que se apresentou animadíssima. O bolo foi improvisado, mas ela deu um pedaço a cada um dos presentes. “O Bar Esplanada Jornalista João Serra e a sua componente cultural, o jazz é a minha vida”, disse a proprietária, que logo em seguida, começou a receber dezenas de telefonemas, além de torpedos e e-mails pelo seu novo iphone “de rica”, oferecido por uma pessoa amiga. “nem todos os clientes assíduos do Bar Esplanada Jornalista João Serra e amigos estão aqui, porque não houve comunicação. Agora, estão a ligar para mim”, contou feliz da vida. Coisa simples e despercebida.








C.I.C – Central de Informação Cultural

Rasgado’s Jazz Club / Nassirya           

A Baía-Farta transformada num foco de doenças, precisa de ajuda imediata e de sensibilidade.



SALVEM A BAÍA-AZUL

AJUDEMOS A ADMINISTRADORA MARIA JOÃO


A Baía-Farta transformada num foco de doenças, precisa de ajuda imediata e de sensibilidade.
Agora, o turismo que virou moda em Angola, quer fazer a sua marca mas, uma marca diferente.

Uma marca com muito sacrifício e “handicaps” será divulgada ao mundo, toda a beleza, riqueza (natureza, fauna marítima) mistérios, cultura e fascínio que habitam em Angola. Aliás, o sonho do turismo, o massacre das potencialidades turísticas, esta marca, cada vez menos representativa, representa mais uma desilusão para Angola.

Benguela tem muito para mostrar ao mundo. A começar pela sua marca: A Baía-Azul.

São sinuosos os caminhos do paraíso. Chegar à Baía-Azul, no município da Baía-Farta, província de Benguela não é diferente. Andar pela Baía-Farta, pela Baía-Azul um dos maiores ex: libris de Benguela e quiçá de Angola, por agora, não é a melhor alternativa, obriga a tactear caminhos.

Exalar o ar nauseabundo. Lixo acumulado, peixe escalado e seco nos quintais e sem condições, assim como algumas pescarias nomeadamente a Pesca Fresca que por falta de E.T.R. – Estação de Tratamento Residual, colocam em risco a saúde dos cidadãos. Os resíduos líquidos (gorduras) provenientes da transformação do peixe e outros químicos, vão diretamente para o mar, estuário, poluindo até a sua desintegração. Os resíduos sólidos (peixes estragados) são igualmente lançados ao mar, quando não permanecem mesmo no local do crime, provocando perturbações estomacais, vómitos e sérios problemas respiratórios as populações circundantes.  Poluem o mar e subsequentemente matam as espécies marítimas.
Quando parece que está tudo controlado pelas autoridades de direito, se renova a esperança da redescoberta do tesouro, mais um desastre. E, mais uma infinidade de desastres.


No dia 2 de Novembro de 2016, a meio da tarde, a praia da Baía-Azul, foi tomada por milhares de sardinhas mortas. Como se não bastasse para desconsolo dos moradores, às 22 horas do mesmo dia o mar começou a “cuspir” toneladas de sardinha “mandongo” pequenas “Cabuenha”.

Segundo informações, prestadas no local pelos populares do bairro, esta tragédia foi provocada por chatas malhadeiras, cujas redes completamente abarrotadas foram invadidas por pequenos e inofensivos tubarões que circulam na Baía. A quantidade de sardinha “mandongo” “Cabuenha” que brilhavam sobre o mar era tanta que a população aos “magotes” que tem vindo a apelar por comida, tomou em mãos a responsabilidade de limpar o mar para seu sustento. Foi um autêntico carnaval de “catação” de pequenos peixes na rebentação do mar. Uma zona balnear por excelência manchada pela poluição consentida. Turismo sem turistas, apenas para o inglês ver. 


Como será feito o enquadramento do projecto Benguela Costa Nova no município da Baía-Farta?



Haverá espaços para as fabricas de farinha de peixe, proibidas internacionalmente, as maiores destruidoras da fauna marítima?
O peixe a escassear na costa marítima angolana.


Francisco Rasgado / Chico Babalada

Jornal ChelaPress