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"Fernando Vidinha, proprietário da Benguela Construções LDA, Pelas mãos de Isaac dos Anjos, foi retirada da zona vermelha"



FLASHES

O QUE NÃO É VERDADE É MENTIRA


Fernando Vidinha, o português mais polémico da província de Benguela, é proprietário da Benguela Construções LDA - empresa de direito angolano, juntamente com um Ex-Ministro da República de Angola. Pelas mãos de Isaac dos Anjos, governador da província de Benguela, foi reabilitado.
Benguela Construções LDA, com muitas obras de relevo na província e arredores, foi retirada da zona vermelha, posicionamento reservado à todos os empresários com práticas duvidosas.

O que existiu de facto e o porquê desta mudança repentina? Saberemos junto de quem de direito, as razões e os seus meandros. 

INAUGURAÇÃO PARCIAL DA MANSÃO

INAUGURAÇÃO PARCIAL DA MANSÃO

MARIA MÁXIMA BOAVIDA

A Mansão Maria Máxima Boavida, localizada na Baía-Azul, município da Baía-Farta, Província de Benguela que alberga no seu interior a vivenda principal, o Panteão Dalila Adelaide Fonseca, o Jango Dom Álvaro Manuel Boavida, descendente do Rei do Reino do Congo, o Rasgado’s Jazz Club, a Galeria a Céu Aberto das grandes figuras do jazz, o Espaço Cultural Três Irmãos (Álvaro Rasgado, Aníbal Rasgado e Júlio Rasgado), o Museu de História do Jazz Domingos António Rasgado, Bungalows Rayna Nassirya, o SPA-Três Sobrinhos (Osvaldo Rasgado, Henda Rasgado e Helende Rasgado), loja de conveniência, Sahamy Cassandra, o Bar Esplanada “Jornalista João Serra”, o Jazz Cocktail, a Geladaria Rayna Nassirya, o Bunker Bar António de Carvalho Betencourt – ex-administrador da Baía-Farta, o Dog Hotel Privado, o Parque de Estacionamento Privado Álvaro Rasgado, Piscina Privada o Jazz Gourmet, o Jazz Tour-Car, o Jazz Recargas e Multicaixa será parcialmente inaugurada no dia 26 de Março de 2016, às 17 horas pelo Exmo. Senhor Luís de Oliveira Rasgado “Dufa”.


Luís de Oliveira Rasgado é o filho primogênito de Domingos António Rasgado e de Maria Máxima Boavida.

JULGAMENTO ADIADO - O julgamento do diferendo entre Álvaro Moura e Guilhermina Manso que se prolongou pelo dia todo de 17 de Março de 2016, foi adiado sine-die. As testemunhas no processo, ouvidas durante a audiência


JULGAMENTO ADIADO

ÁLVARO MOURA VS GUILHERMINA MANSO


O julgamento do diferendo entre Álvaro Moura e Guilhermina Manso que se prolongou pelo dia todo de 17 de Março de 2016, foi adiado sine-die. As testemunhas no processo, ouvidas durante a audiência, foram Maria João, administradora municipal da Baía-Farta, Fernando N’gimbo, diretor dos serviços técnicos da administração; Bernardo Marcelino, chefe da fiscalização da administração municipal e Irineu V. Sapopole, chefe do gabinete jurídico da aludida administração, cujas declarações coincidiram totalmente com o depoimento prestado pela titular da Baía-Farta. Todas elas focalizadas na demolição do muro e portão construídos ilegalmente na área de servidão pública pela senhora Guilhermina Manso.

Para conclusão da primeira parte da audiência, ficaram por ser ouvidos Horácio da Silva M. Madeira, inspetor chefe de 2ªclasse do Governo Provincial de Benguela e Avelino N’gunji, inspetor chefe de 2ª classe do Governo Provincial de Benguela e Rosa N’gepele, diretora do Gabinete Jurídico do Governo de Benguela, assim como as testemunhas da requerida.
De registar igualmente, a falta de argumentos e documentos do lado da requerida.

Desconfortavelmente instalado, Bruno de Castro, advogado da senhora Guilhermina Manso, de forma pouco sensata nas suas intervenções confundiu várias vezes as testemunhas, ou seja, tomou-as por réus, criando um mal-estar no seio da magistratura judicial.

Não foi nada bom para a sua constituinte e terá certamente os seus reflexos na decisão final.


Um julgamento ajustado e competente.