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Zé Manel, o jornalista benguelense começa a ser julgado, acusado de difamação, pelo empresário Manuel Monteiro “Nelito Monteiro”.


MAIS UM CASO DOMÉSTICO TRANSFORMADO EM CASO DE JUSTIÇA…A LONGA MARCHA DE NELITO MONTEIRO


Manuel Monteiro abriu a porta. Agora a imprensa e os benguelenses vão decidir o seu destino. Dois grandes acontecimentos tiveram lugar na Fazenda Utalala, o primeiro, Isaac dos Anjos, governador da Huíla e o segundo, já como governador de Benguela – a grande feira agrícola e tecnológica. A imprensa, os convidados e os visitantes registaram tudo, a grandeza e a magnitude do empreendimento e dos eventos realizados. Daí a razão da pergunta milagrosa efectuada pelo jornalista Zé Manel… No final das contas de quem é a Fazenda Utalala”?  Muito pacifico, tão simples como a água!

É do Sr. Isaac dos Anjos ou do Sr. Manuel Monteiro? Será dos dois? E nada mais!

Hoje, dia 7 de Abril de 2016, Zé Manel, o jornalista benguelense começa a ser julgado, acusado de difamação, pelo empresário Manuel Monteiro “Nelito Monteiro”.

Este julgamento é mais uma machadada no prestígio de Manuel Monteiro, na sua política ziguezagueante na defesa de valores e interesses dos agricultores e subsequentemente de Isaac dos Anjos, governador provincial de Benguela, “o suposto sócio” na fazenda, antes Manuel Monteiro, hoje Utalala. Ser proprietário da Fazenda Utalala é uma grande honra!
Saiba como tudo pode acontecer…

Babalada / Francisco Rasgado


A inauguração foi procedida de uma reunião que determinou a indicação de Álvaro Manuel da Silva para ficar a frente dos destinos da Mansão Maria Máxima Boavida








O RESCALDO DE UMA INAUGURAÇÃO

MANSÃO MARIA MÁXIMA BOAVIDA


Fez hoje, dia 05 de Abril de 2015, uma semana que a Mansão Maria Máxima Boavida foi inaugurada pelo Exmo. Sr. Luís de Oliveira Rasgado “Dufa”.

A inauguração foi procedida de uma reunião que determinou a indicação de Álvaro Manuel da Silva para ficar a frente dos destinos da Mansão Maria Máxima Boavida em substituição de Francisco de Boavida Rasgado. Uma tarefa que se apresenta muito difícil – quer de ponto de vista de gestão do empreendimento – sob forma de cidade, quer de ponto de vista da conclusão total da mesma. Mas, com o apoio de toda a Família Rasgado e Boavida e amigos da família, tudo será mais fácil para o indicado.

Parabéns e muitos sucessos para o consensual Álvaro Manuel da Silva, um quadro formado em gestão de empresas, ajuda humanitária (muitos anos de trabalho no P.A.M. – Programa Alimentar Mundial), social e religiosa. 




Flashes: Ficou muito bem claro que na ausência de um plano director ou urbanístico a definição dos espaços e estradas é da responsabilidade da administradora do território em causa, neste caso da Sr.ª Maria João.


ÁLVARO MOURA VS GUILHERMINA MANSO 

O julgamento realizado, na Baía-Farta, no dia 24 de Março que teve, como procurador Daniel Joaquim Lumango, o garante da legalidade e o juiz da causa António Filipe Sebastião, não obstante algumas imprecisões, foi bem conduzido. Ficou muito bem claro que na ausência de um plano director ou urbanístico a definição dos espaços e estradas é da responsabilidade da administradora do território em causa, neste caso da Sr.ª Maria João. Contrariar este princípio, assim como negar à autoridade as instituições do Estado angolano, será no mínimo, “fazer exercício de fome”! Para que não haja dúvidas e conhecimento do povo angolano em geral e de todas as autoridades de direito, passamos a reproduzir os depoimentos oficiais de todos os intervenientes e testemunhas envolvidas na contenda em causa. 

Ficou claro que nas zonas baldias por definição da administradora municipal, as serventias públicas devem ser partilhadas por todos os detentores de espaços na aludida área e consequentemente a construção do muro e do respectivo portão a vedar o acesso aos detentores é inconcebível e ilegal. 


Contra factos não há argumentos!