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Belito Xavier, consciente das suas responsabilidades como membro do partido da situação, fez a sua parte, e os outros que façam também a sua. Bem haja!

NOTÍCIA DE ÚLTIMA HORA

EMPRESÁRIO BELITO XAVIER FAZ A SUA 1º DOAÇÃO DE PESO


11 de Abril do ano em curso, Belito Xavier, 1º secretário do Comitê de Especialidade do M.P.L.A. dos Empresários e Empreendedorismo, acompanhado de alguns membros do aludido comitê (Roberto Lima, Naty Viegas, Eurico Bongue, Miguel Máquina, Tomás João e Anderson Roque), doou ao hospital municipal de Benguela: bens alimentares, medicamentos e materiais descartáveis. Esta doação foi resultante da recolha de produtos, junto dos membros do comitê e da sociedade civil de Benguela.

O próximo passo será o hospital municipal de Chongoroi!

Belito Xavier, consciente das suas responsabilidades como membro do partido da situação, fez a sua parte, e os outros que façam também a sua. Bem haja!


Parabéns Belito Xavier 

CONTRA FACTOS NÃO HÁ ARGUMENTOSO CRIME NÃO COMPENSA ÁLVARO MOURA VS GUILHERMINA MANSO



Providencia Cautelar Não Especificada, igual a processo sumário transformado num quebra-cabeça para o juiz de bem (não de direito), António Filipe Sebastião do tribunal da Baia-Farta. O juiz em causa está com dificuldades em pronunciar o veredicto final. Quais são as razões? Será comprometimento? Tudo muito estranho!

O processo de indemnização por danos morais - injúria, calúnia e difamação.


UM JULGAMENTO ADIADO SINE-DIE

NELITO MONTEIRO VS ZÉ MANEL!




O processo de indemnização por danos morais - injúria, calúnia e difamação... Só em juízo se poderá saber a verdade.

Uma solução extra-judicial, seria a ideal e mais sensata, para os dois contendores e salvaguardaria melhor a imagem de Isaac dos Anjos, governador provincial de Benguela, no meio desta confusão, que não é nada pouca para si. Assim Manuel Monteiro não entendeu.

Negou cobardemente, segundo palavras do jornalista Zé Manel,  uma solução extra-judicial. Para Nelito Monteiro era imperioso fazer a prova de poder e aproveitar a onda instalada no país para penalizar e destruir a imprensa privada, começando já com o julgamento do jornalista Zé Manel, primeiro exemplo, a ser tomado em atenção pelos restantes jornalistas da cidade das Acácias Rubras de Benguela. Todavia, Manuel Monteiro não deu conta, que não tem capacidade cultural, intelectual e prestígio para envolver-se num esquema político tão complexo como este, a pretexto de defender a sua “dama”.  O tiro saiu-lhe pela culatra!

Parafraseando, Raul Araújo, juiz conselheiro do Tribunal Constitucional “As sentenças dos tribunais, na sua maioria, são encomendadas”.

O julgamento de Zé Manel, jornalista de referência na província de Benguela, foi marcado por certa prepotência e nervosismo inexplicável do Meritíssimo juiz Graciano, que embaraçou sobremaneira o procurador Luís Paulino. Um início de julgamento que se queria normal e isento, ficou manchado e claro que o juiz Graciano abriu a audiência com muitos preconceitos em relação ao arguido, assim como, aos jornalistas assistentes presentes na sala.

Em causa, está um artigo denunciador do jornalista Zé Manel, onde o nome de Nelito Monteiro não é citado. 

Como “proprietário” da Fazenda Utalala sentiu-se lesado e intentou uma acção judicial contra o articulista.  

Nas alegações, o advogado de defesa questionou com veemência a legalidade do processo em causa. A legalidade ou não do direito de Nelito Monteiro intentar uma acção em defesa da Fazenda Utalala, na qualidade de proprietário. Porém, o impasse instala-se quando a defesa dá conta da inexistência nos autos de algum documento a conferir tal titularidade a Nelito Monteiro.

A semelhança do processo de Francisco Rasgado, o Juiz Graciano estava com muita pressa, ao ponto de negar à defesa de Zé Manel, de arrolar Francisco Rasgado como testemunha, alegando como razão, o arrolamento da testemunha ter sido  efectuado em cima da hora. Estava mais preocupado em condenar o arguido do que julgar, desrespeitando os direitos e argumentos do advogado de defesa.

Hoje, mais do que nunca, ficou notório que todos os juízes animados pelo duvidoso espírito corporativista, vão para os julgamentos com ideias fixas em relação aos jornalistas. Condenar, sem contemplações, todos os jornalistas, sobretudo os ligados a imprensa privada.   



Babalada / Francisco Rasgado