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Flashes: Eles conflitam-se entre si. Eles matam-se entre si. Eles em Angola, quanto menos formados, com as devidas excepções (os portugueses de Angola de corpo e alma), são do piorio. Só vêem cifrões. Não são confiáveis!

FERNANDO VIDINHA AFIRMA:

EU SOU AMIGO PESSOALÍSSIMO DE ISAAC DOS ANJOS

ESTÁ MUITAS VEZES EM MINHA CASA


O português colonial de ontem, com todas as suas contradições, é diferente do português neocolonialista de hoje. Hoje, o maior inimigo do português, sobretudo nas ex-colónias, é o próprio português.

Eles conflitam-se entre si. Eles matam-se entre si. Eles em Angola, quanto menos formados, com as devidas excepções (os portugueses de Angola de corpo e alma), são do piorio. Só vêem cifrões. Não são confiáveis!

Estão sempre a espera de uma oportunidade, de uma distracção para dar o “bote”, passar a perna ao parceiro.      


A bomba vai rebentar muito brevemente envolvendo Adérito Areias, Carlos Bilhastres, Zé Dias, Didi Cardoso e Zeca, chefe do protocolo do partido.    

A Mansão Maria Máxima Boavida é a história de uma das maiores famílias tradicionais de Benguela.

INAUGURAÇÃO

MANSÃO MARIA MÁXIMA BOAVIDA LAZER, CULTURA E GRANDES NEGÓCIOS NO CENTRO DA BAÍA-AZUL.




Excelência, inovação, competência, profissionalismo e ética. Todos esses itens juntos em uma união são a razão do sucesso da Mansão Maria Máxima Boavida. Está pronta pra conseguir, através de um projecto único, aprimorar toda a categoria. Está pronta para terceirizar serviços, fazer treinamento de gestão, união e ética para promover a cultura e o turismo em Benguela e em particular na Baía-Azul.

A Mansão Maria Máxima Boavida na Baia-Azul – Benguela, conservando a data inicial prevista para a sua inauguração, 22 de Agosto de 2015, data da morte da matriarca, abriu parcialmente as suas portas, no dia 26 de Março de 2016.

A abertura do acto inaugural realizada por Francisco Rasgado, o mentor da Mansão Maria Máxima Boavida, foi marcada por um breve discurso onde evidenciou a qualidade do empreendimento e a luta permanente e constante da Família Rasgado.

“Família Rasgado, nasceu e cresceu no bairro Benfica, o espaço geográfico periférico mais urbanizado de Benguela. Mas, antes de tudo importa aqui exaltar a figura de Maria Máxima Boavida, a nossa fonte de inspiração e nela reside a nossa força. Maria Máxima Boavida, descendente do Rei do Reino do Congo, o maior Reino de África, cuja capital foi Sto António do Zaire, hoje M’banza Congo que teve embaixador plenipotenciário no Vaticano era filha mais velha de Dom Álvaro Manuel Boavida. A Família Boavida é a verdadeira Família Real de Angola.  

Maria Máxima Boavida, então esposa de Domingos António Rasgado, mãe de doze filhos e de metade de Benguela, tia da outra metade de Benguela, lutadora incansável, o seu nome está inscrito nos anais históricos da cidade das Acácias Rubras de Benguela.

A Mansão Maria Máxima Boavida é a história de uma das maiores famílias tradicionais de Benguela. Uma família devastada pela revolução de 1975: Domingos António Rasgado, o chefe de família foi morto ainda no tempo colonial pela P.I.D.E. – D.G.S. – Polícia Política Fascista; Júlio Rasgado e Francisco Rasgado, em 1976 presos e acusados de crime de consciência, sendo o segundo mantido por muitos anos preso; Álvaro Domingos Rasgado e Aníbal José Rasgado, mortos no processo de 27 de Maio de 1977; Maria Máxima Boavida, a matriarca da Família e Horácio de Jesus Rasgado, ainda em 1977, no calor da luta pelo poder, foram presos pela D.I.S.A; Anacleta Rasgado, presa em 1992 pela Segurança de Estado, teve que abandonar o país para não ser morta;  Júlio da Silva Rasgado em 1996, morto por homens de baixa visibilidade – Segurança de Estado.

Uma família cujos membros, durante o partido único foram impedidos de beneficiar de formação no exterior do país. Uma família que não teve ganhos com a revolução mais sim destruição.

Passado muitos anos, só queremos ser cidadãos tratados com dignidade, patriotas, respeitadores das leis do Estado angolano e contribuir para o desenvolvimento sustentado do país.
 “Essa é a nossa história e muito obrigado!”

Luís de Oliveira Rasgado, convidado a inaugurar o acto, aproveitou a ocasião para tecer também algumas considerações sobre a sua Família, Benguela e as suas famílias dizendo que “estamos perante um dos maiores empreendimentos culturais e turísticos de Benguela em homenagem a Maria Máxima Boavida. Este empreendimento representativo da família, criado com fundos próprios, constitui um grande bem dinâmico para a Família Rasgado e Boavida assim como para todos aqueles que ainda hoje se sentem ligados a Família Rasgado e Boavida, amigos e benguelenses.


As famílias são os suportes fieis das sociedades.  Não há sociedade sem famílias, pois são elas as maiores animadoras das forças vivas e de todos os sectores sócio-econômicos e culturais da sociedade.” Luís Rasgado considerou ainda o empreendimento como uma ponte estratégica para o investimento empresarial nos domínios da cultura, do turismo e outros serviços. Terminou o seu discurso com grandes felicitações ao seu irmão Francisco Rasgado.

Este brinde fraternal, proporcionado aos familiares, amigos e, consequentemente o fundamento deste acto, vêm contemplar também os benguelenses e não só, constituindo motivo para afirmar, em abono da verdade, que este ano de crise brava que assola Angola está à aflorar em muitos dos angolanos de Angola ideias de abrangência nacional e internacional.


Sociedade sem família, cultura e história não pode ter desenvolvimento sustentado.

Chico Babalada / Francisco Rasgado

Jornal ChelaPress 

O JULGAMENTO MAIS MEDIÁTICO DA BAÍA FARTA - Rosa Conceição N’gepele está de novo obrigada a pedir uma inspecção em si própria.

O JULGAMENTO MAIS MEDIÁTICO DA BAÍA FARTA

DOIS EM UM


Um julgamento que contou com a presença do procurador Daniel Joaquim Lumango, o garante da legalidade e dirigido pelo juiz da causa, António Filipe Sebastião. Foi atenta e apaixonadamente acompanhado pela sociedade angolana e o mundo através do blog com a assinatura de Francisco Rasgado.

Rosa da Conceição N’gepele, chefe do gabinete jurídico de Isaac dos Anjos com os seus sempre e iguais recursos “discursos” teóricos, mais parecendo uma gravação, acabou prestando mau serviço ao governador como reserva moral da província e a Srª Guilhermina Manso. Induzir em erro os governantes é o seu ponto forte. E mais, só permanece ainda à frente do gabinete jurídico do governo de Benguela, “por birra” de Isaac dos Anjos.

Finalmente, o julgamento mais mediático da Baía-Farta chegou ao fim. Um julgamento que envolveu a Srª Guilhermina Manso e o Sr. Álvaro Moura, numa disputa a volta de uma área de aproximadamente 500 m2, considerada por unanimidade área de serventia pública. As testemunhas envolvidas no processo foram todas ouvidas na última audiência realizada no dia 24 de Março de 2016.

Providência Cautelar Não Especificada promovida por Álvaro Moura e analisada em juízo, constituiu motivo de apreensão e estupefacção completa, pelo facto de os dois contendores terem sido, pelo governo de Benguela, lançados para uma decisão judicial, quando na verdade, o melhor para ambas as partes seria a solução doméstica, mais realista e mais fácil. Em causa está a construção de um muro e o respectivo portão na área de servidão pública, de modo a impedir a sua utilização por outros detentores de parcelas nas áreas adjacentes.

As testemunhas que prestaram depoimentos foram: Claudio Raimundo (convocado à última hora), então chefe da Área Técnica da Baia-Farta e actualmente chefe da repartição técnica do município de Benguela, assegurou que quem define as áreas a serem concedidas e os espaços livres ou de circulação pública, neste caso, é a titular do município da Baía-Farta. A concessão da parcela atribuída a Srª Guilhermina Manso, foi feita na vigência da actual administradora. No tempo do já falecido administrador António Bettencourt, a Sr.ª Guilhermina Manso não dispunha de nenhum terreno, já o Sr. Alberto Moura tinha o seu terreno parcelado.

Américo Oseas Tchissassa, diretor do I.G.C.A., deixou bem claro que não é da sua competência conceder terrenos, mais sim demarcar sob orientação dos titulares dos territórios. Acusou e desafiou a Sr.ª Guilhermina Manso, a apresentar documentos passados pela instituição a conferirem o direito a apoderar-se da área em causa.

 Horácio da Silva M. Madeira, inspector chefe de 2ª classe do Governo Provincial de Benguela, sob juramento acusou Rosa N’gepele de estar na origem da confusão instalada, inclusivê de orientar Guilhermina Manso para construção do muro e portão na área de serventia pública.

Avelino N’gunji, inspector chefe de 2ª classe do Governo Provincial de Benguela, o seu depoimento na mesma senda do seu colega acrescentou que Rosa N’’gepele, induziu em erro Victor Moita, vice-governador em relação aos trabalhos efectuados pelos inspectores do Governo.

Todos eles com excepção de Rosa N’gepele negaram com veemência a posse e a construção do muro e portão na área de servidão pública pela Srª Guilhermina Manso.

Rosa N’gepele, directora do Gabinete Jurídico do Governo de Benguela, formada na área de Relações Internacionais, uma das testemunhas requeridas, no seu depoimento e sem suporte documental, tentou mascarar o processo e subtilmente confundir os magistrados.    

O interrogatório revelou que Rosa N’gepele, para não ser acusada de favoritismo e de deturpação dos dados, fez quase tudo para esvaziar o processo, apesar de garantir que a responsabilidade maior era de Victor Moita, vice-governador e de Isaac dos Anjos, governador da província.

No final da audiência jogou a sua última cartada: “atacar” Maria João, administradora do município da Baía Farta, “dona” do território e desvalorizar o trabalho dos inspectores do governo de Benguela.

Rosa Conceição N’gepele está de novo obrigada a pedir uma inspecção em si própria.

Obs.: aguardamos pela leitura da sentença… para posteriores comentários.


Francisco Rasgado

Jornal ChelaPress